8 abril, 2011

F.A.Q Vegan – Parte 2

Posted in Animais, Consumo tagged às 3:02 pm por Deborah Sá

FAQ é um acrônimo da expressão inglesa Frequently Asked Questions, que significa Perguntas Frequentes

Peixes sentem dor?

Para muita gente, o peixe não passa de uma rica fonte de proteínas sem sentimentos. Mas um livro polêmico revela que os cientistas acreditam que esse animal, que já foi símbolo de estupidez, não só sente dor como possui uma vida emocional complexa.

A autora do livro “Os peixes sentem dor?” Victoria Braithwaite, explica que não existe um motivo lógico por que as pessoas não devam tratar esses animais com a mesma consideração que dão aos mamíferos e pássaros. O livro não foi escrito por um vegetariano radical, mas por uma bióloga marinha imparcial… E que come peixe.

Mas a conclusão de Victoria é surpreendente porque não estamos acostumados a ver os peixes como criaturas conscientes, revelou o jornal inglês DailyMail . A “face” sem expressão dos peixes, sua falta de membros e seu ambiente aquático meio alienígena tornaram difícil saber se eles deveriam ser tratados no mesmo nível dos pássaros, répteis e mamíferos ou agrupados junto a vermes, insetos e lagostas.  Os mamíferos possuem detectores de dor especializados, chamados nociceptores, que transmitem sinais ao cérebro quando eles se ferem. Os peixes também.

Leia a matéria completa aqui

Matam a vaca para tirar o leite e a galinha para tirar o ovo?

Vacas só produzem leite quando grávidas (assim como as humanas), é junto inseminá-las, apartá-las dos filhotes e quando não “produtivas” serem mortas?

Trecho de Raise your glass- Pink

Ovos

Os animais vivem vidas miseráveis do nascimento ao abate. As galinhas têm a má sorte de servirem aos humanos de duas maneiras: pela sua carne e pelos seus ovos. O grau de confinamento ao qual a galinha poedeira está sujeita é extremamente alto e impõe severas restrições ao seu comportamento normal. Normalmente, são usadas gaiolas contendo 2 ou 3 aves medem de 30 a 35 centímetros de largura por 43 de comprimento (menos que uma página de jornal aberta). Sob tais condições, as aves não podem esticar suas asas, nem se mover sem esfregarem-se umas nas outras ou se levantar totalmente no fundo da gaiola (o chão da gaiola é inclinado para o ovo rolar em direção à calha coletora). Grande parte do padrão de comportamento normal é frustrada pelo engaiolamento. O comportamento de acasalamento, incubação e cuidado com os pintinhos é impedido e a única compulsão reprodutiva permitida é o pôr dos ovos. Elas não podem voar, ciscar, se empoleirar nem andar livremente. É difícil para a galinha, limpar suas penas e é impossível se “sujar” com terra.

Fonte

Bem-estarismo

Há duas frentes de Libertação Animal, a primeira é Bem-Estarista e a segunda é Abolicionista. No primeiro caso, o consumo é admitido se o abate for “humanitário” ou a vida do animal for minimamente “feliz” até o óbito.

Se lhe dessem a escolha para decidir a morte de uma criança:

1)    Ela viverá privada do sol e interação com outros da mesma espécie, tomará hormônios e logo atingirá a maturidade para o abate, não há garantia que será indolor e certamente antes de morrer estará em uma fila vendo outros “companheiros de cela” antecipando o que lhe ocorrerá.

2)    Ela viverá mais, interagirá com outros da mesma espécie, viverá alheia do seu destino. Quando julgarmos apropriada para o abate, será o menos traumático possível.

O ideal seria possibilitar a liberdade, minimizar os traumas não impede a morte de um animal para manter tradição.

E anemia?

Se não for o mais recorrente de todos os mitos, o ferro certamente está entre os mais freqüentes quando o tema é a nutrição vegetariana. No entanto, a incidência de anemia ferropriva (por deficiência de ferro) não é maior na população vegetariana quando comparada à população onívora. Na verdade, ela é a deficiência nutricional mais comum em todo o mundo – estima-se que 500 milhões de pessoas sejam anêmicas. As mulheres estão em maior risco e as fases da vida de maior vulnerabilidade são: até os 4 anos de idade, durante a adolescência, durante a vida reprodutiva da mulher e durante a gestação. Esses grupos de risco precisam de atenção redobrada.

Por que é então que existe o mito com relação ao ferro na dieta vegetariana? De fato, parte do ferro encontrado nos produtos de origem animal é mais bem absorvido do que o ferro encontrado nos produtos de origem vegetal e de fato algumas fontes animais de ferro são muitíssimo superiores quando comparadas às fontes vegetais do mineral. Mas isto não significa que as fontes vegetais de ferro não sejam suficientes para suprir a necessidade do organismo humano. O fato de haver uma alternativa superior não faz da outra uma alternativa insatisfatória. No caso do ferro, a alternativa vegetal é satisfatória, mas alguns cuidados ajudam a garantir a ingestão e adequados. Esses cuidados compreendem a seleção de boas fontes do mineral, a inclusão de alimentos que melhoram a sua absorção e a exclusão de alimentos que a atrapalham.

Boas fontes vegetais de ferro são as leguminosas (com destaque para a lentilha, o grão-de-bico, a soja e o tofu), as castanhas e sementes (com destaque para as sementes de abóbora, de gergelim e a castanha de caju), os vegetais verde-escuros (especialmente a couve), as frutas secas (damasco, ameixa e uva-passa) e o melaço da cana-de-açúcar. Alguns cereais integrais também ajudam a complementar a ingestão de ferro entre os vegetarianos. É notável que estes mesmos alimentos ricos em ferro sejam também boas fontes de cálcio e muitos deles também de proteínas. Ou seja, uma dieta vegetariana que esteja adequada em proteínas e em cálcio, estará necessariamente adequada em ferro. Há, no entanto, uma exceção a essa regra: se o cálcio estiver vindo primariamente dos laticínios, a ingestão de ferro poderá ser prejudicada, pois os laticínios estão entre as fontes mais pobres de ferro que existem. Toda vez que um vegetariano escolhe usar os laticínios como fonte de proteína ou de cálcio, ele opta por consumir uma fonte pobre em ferro. Isso é o mesmo que dizer que ele deixa de consumir uma boa fonte de ferro, já que essa proteína ou cálcio poderiam ter vindo acompanhados do ferro tivesse ele escolhido, por exemplo, uma castanha, uma leguminosa ou o tofu no lugar do derivado lácteo. Esse é um ponto crucial na questão do ferro na dieta vegetariana: a maioria dos vegetarianos que desenvolve anemia ferropriva o faz porque inclui na dieta uma quantidade grande de um alimento pobre em ferro (laticínios), o que acaba por roubar o espaço de outro alimento que poderia ter sido escolhido dentre as boas fontes de ferro. O alerta é bastante claro: os lacto-vegetarianos e os ovo-lacto-vegetarianos têm maior probabilidade de desenvolver anemia ferropriva do que os veganos. Alimentos refinados como o açúcar branco e a farinha também são fontes nulas de ferro. Prefira as versões integrais e o seu aporte de ferro aumentará.

Fonte e explicação completa, aqui.

Como vocês vivem sem chocolate? E sorvete?

Muitos chocolates meio-amargos são Veganos, basta ler a embalagem para certificar-se.

Bolo trufado com morangos (feito por mim)

Existe o Sorbet, uma espécie de “raspadinha” com bastante açúcar que impede que a água congele uniformemente, deixando-o “macio”. O limão quebra o doce e por isso, algum líquido cítrico é importante para que o sorbet não fique enjoativo. A Nestlé vende o sorbet La Fruta de limão em pote.Uma sorveteria na Rua Augusta, 305 – SP que oferece um Freezer inteiramente Vegan com vários sabores de sorvetes de massa, coberturas, caldas (inclusive aquela com chocolate que endurece)…

Sorveteria Soroko, Rua Augusta

As receitas são difíceis de adaptar?

Não espere uma cópia fiel de um bacon ou de queijo mussarela, mas algumas adaptações são simplesmente deliciosas, a comida Vegana oferece variedade, sabor e maior valor nutricional, sem colesterol e baixa ingestão de gordura (se comparada a uma dieta onívora comum).

Cupcakes do Vegacy – Rua Augusta, 2061

X- Tudo Vegan do Lar Vegetariano – (11) 3978-8681

Vocês lêem todos os rótulos?

Sim, com a prática a leitura torna-se rápida, também mandamos e-mails e telefonamos para o SAC das empresas questionando algum ingrediente desconhecido, se foi testado em animais… Depois é só compartilhar com outros Vegans para poupar-lhes o tempo. No Orkut existe a comunidade SAC Vegano com esse único propósito.

O que é cochonilha?

Originário do México, mede de 2 a 5 milímetros de comprimento, é geralmente marrom ou amarelo, e se alimenta parasitando a seiva de cactos e plantas e da umidade ali presente. Dentro da classe dos insetos, as cochonilhas são classificadas na ordem Hemiptera, sendo parentes próximas das cigarrinhas, cigarras e dos pulgões. São conhecidas mais de 67.500 espécies de Hemiptera. Para defender-se da predação por outros insetos, produz ácido carmínico, que extraído de seu corpo e ovos é utilizado para fazer o corante alimentício que leva seu nome. Seu predador natural é a joaninha, assim como alguns tipos de vespas.
O corante de cor vermelho-escura é utilizado em larga escala pela indústria cosmética e alimentícia, emprestando sua cor a biscoitos, geléias, sobremesas, sendo também utilizado em medicamentos e roupas, normalmente especificado como “Corante natural carmim de Cochonilha”, C.I. 75470 ou E120 nas composições dos produtos.

Fonte

Obs: Nunca encontrei biscoito recheado de morango sem cochonilha

Os vídeos de abate são muito fortes, isso é inconveniente! Não estrague meu apetite!

Compreender a ideologia Vegana é possível sem a exposição aos vídeos de abate, entretanto ter acesso a essas imagens pode ser a dose de realidade crucial para mudança dos hábitos alimentares. O melhor documentário que assisti nesse propósito é Terráqueos (veja on-line ou baixe gratuitamente aqui).

Crianças podem ser Veganas?

Sim, confira o depoimento de uma mãe que passou a gestação inteiramente Vegan e a declaração de um médico, pai de duas crianças Veganas.

Tenho uma necessidade emocional/biológica fortíssima de comer carne, sinto tontura!

Violência e exploração são injustificáveis, sobretudo por pretextos gastronômicos ou para manter “tradições”.

As leis permitem comer carne de algumas espécies, acha que permitiriam maus-tratos?

A escravidão de seres humanos foi institucionalizada outrora, a legislação tem de se adequar a moral vigente, isso também implica a situação econômica. O Brasil é pioneiro em Pecuária, causa essa de maior impacto na devastação da Amazônia (não só para criação de gado, como para produzir soja destinada a ração desses animais – a menor parte da soja produzida aqui é para consumo humano). Em 2009 a Pecuária foi considerada a campeã em trabalho escravo no País, superando a indústria do carvão.

Faz mal virar vegetariano “do dia para noite”?

Não, mas é indispensável informação para alimentar-se de forma balanceada (independente de sua dieta), transitei de onívora para ovo-lacto e depois para Vegan sem restringir separadamente os alimentos. Alguns, porém, sentem-se confortáveis em separar por etapas: Primeiro retirar as carnes vermelhas, depois as brancas em seguida o leite…

Quais os tipos de dietas? O que é ovo – lacto?

De forma genérica, vegetariano é o indivíduo que não utiliza nenhum tipo de carne (vermelhas ou brancas) na sua dieta.Vegetarianismo é sinônimo de alimentação sem carne. Essa é a característica comum de todos os vegetarianos. O vegetariano pode ou não utilizar derivados animais na sua alimentação.

Ovo-lactovegetariano: é o vegetariano que utiliza ovos, leite e laticínios na sua alimentação.

Lactovegetariano: é o vegetariano que não utiliza ovos, mas faz uso de leite e laticínios.

Vegetariano estrito: é o vegetariano que não utiliza nenhum derivado animal na sua alimentação. É também conhecido como vegetariano puro.

Vegano: é o indivíduo vegetariano estrito que recusa o uso de componentes animais não alimentícios, como vestimentas de couro, lã e seda, assim como produtos testados em animais. Em inglês você vai encontrar o termo “vegan” como referência a esse indivíduo. No Brasil esse termo foi traduzido como vegano.

Crudivorista: é, na grande maioria dos casos, um vegetariano estrito que utiliza alimentos crus, ou aquecidos no máximo a 42oC. Alguns podem aceitar leite cru e carne crua também, descaracterizando o termo vegetariano estrito. A utilização de alimentos em processo de germinação (cereais integrais, leguminosas e olegaminosas) é comum nessa dieta. Diferente do que se pode imaginar, essa dieta apresenta preparações bastante sofisticadas e saborosas.

Frugivorismo: vegetariano estrito que utiliza apenas frutos na sua alimentação. O conceito de “frutos”, nesse caso, segue a definição botânica, que inclui os cereais, alguns legumes (abobrinha, beringela…), oleaginosos e as frutas.

Macrobiótico: designa uma forma de alimentação que pode ou não ser vegetariana. O macrobiótico tem um tipo de alimentação específica, baseada em cereais integrais, com um sistema filosófico de vida bastante peculiar e caracterizado. A dieta macrobiótica, diferentemente das vegetarianas, apresenta indicações específicas quanto à proporção dos grupos alimentares a serem utilizados. Essas proporções seguem diversos níveis, podendo ou não incluir as carnes (geralmente brancas). A macrobiótica não recomenda o uso de leite, laticínios ou ovos.

Semi-vegetariano: indivíduo que faz uso de carnes, geralmente brancas, em menos de 3 refeições por semana. Alguns consideram essa terminologia quando em apenas uma refeição por semana. Esse termo ganha importância nos estudos científicos, na comparação dos efeitos à saúde entre vegetarianos e onívoros, já que, teoricamente, o semi-vegetariano consome carne, mas menos do que um onívoro. Atenção: esse indivíduo não é vegetariano.

Onívoro: é o indivíduo que aceita qualquer tipo de alimento na sua dieta.

Fonte

É possível ser um atleta com essa dieta?


Conheça esse e outro atletas aqui e aqui.

Qual a relação entre vegetarianismo e feminismo?

Vegetarianismo é a forma que muitas pessoas, especialmente mulheres, expressam uma conexão com animais específicos – aqueles destinados a virarem carne – afirmando “Eu me importo com essas criaturas. Não vou comê-los”. É uma forma de rejeitar um mundo masculino que objetifica a ambos: Mulheres e animais; anunciando não somente essas conexões, mas definindo-se como sujeitos com o poder de decisões éticas e ao mesmo tempo enunciando animais enquanto sujeitos e não objetos.

(…)

A recente história do vegetarianismo e feminismo também oferecem pontos de intersecção. Ambos experimentaram um renascimento através dos livros que sugiram anos após a Revolução Francesa. Havendo de se considerar reuniões importantes realizadas na década de 1840:

A reunião de 1847 em Ramsgate¹ na qual o termo vegetarianismo foi concebido, ou seja, ratificado e o Encontro de 1848 em Seneca Falls no qual mulheres americanas exigiram direito ao voto. Segundo algumas análises históricas, cada causa tem sido ao seu modo levada ao esquecimento, o feminismo após a realização do sufrágio em 1920 e o vegetarianismo praticamente a partir do momento em que se tornou um movimento auto-identificado.

Reconstruir a história feminista-vegetariana requer atenção redobrada para os significados ocultos em registros atrelados a instituições de saúde e dieta. Por exemplo, em um livro de entrevistas orais com sufragistas sobreviventes, podemos descobrir uma declaração com pistas que apontam para o vegetarianismo. Jessie Haven Butler ao descrever sua infância afirma:

“Minha mãe era muito inteligente. Ela tinha um grande livro sobre saúde, do qual estava totalmente familiarizada. Ela também era receptiva a novas idéias, então é natural que eu tenha um pouco desse interesse por “novidades” ao longo de minha vida. Ela tinha todos os livros de um homem chamado Dr. Jackson, que iniciou e promoveu um novo sistema alimentar.”

Os indícios de que ela está descrevendo uma dieta vegetariana é sua referência a “receptividade a novas idéias” que pode ser erroneamente confundida com um ”modismo” de sua mãe², rótulo ainda presente em interpretações levianas acerca do vegetarianismo. Por fim, o citado ”novo sistema alimentar” soma-se a confirmação final ao invocar o nome de Dr. James Caleb Jackson³.

¹ A criação da Vegetarian Society
² O texto original usa o termo “Faddish” que possui o sentido dúbio de “aberto a novidades” e “suscetível a modismos”.
³ Dr. James Caleb Jackson (1811–1895): Abolicionista, propagador da alimentação vegetariana e inventor do primeiro cereal.

Adams, Carol J – The Sexual Politics of Meat: A feminist-vegetarian critical theory – 10th-anniversary ed. – Pgs. 182, 183
Tradução livre (minha)

[Atualização] O livro foi traduzido para o português, saiba mais clicando aqui.

Confira a Primeira Parte do FAQ Vegan

4 Comentários

  1. Jux said,

    puxa… comecei a assistir ao “Terraqueos”… e não parei mais de chorar… =[
    obrigada pelos posts, sempre tão elucidativos e generosos…

  2. Ludmila Andrade said,

    Débora,
    Estive lendo bastante seu blog ultimamente e gostaria de saber como voce faz caso fique doente. Costuma tomar medicamentos. A indústria farmacêutica é uma das mais cruéis, contudo as vezes é inevitável fazer uso de remédios. Como os veganos agem então?

    Muito obrigada pela sua atenção, parabéns pelo blog e pela escrita!

    • Deborah Sá said,

      Olá Ludmila, tudo bem?

      Essa é uma questão que gera muitas controvérsias no meio Vegano, lembrando que não sou nenhuma representante oficial do Veganismo e tem muita gente que discorda dos meus posicionamentos.

      Escolher cosméticos que não são testados é relativamente fácil, agora quanto aos medicamentos desconheço os que não sejam testados, então se é uma questão de saúde escolho SIM tomar remédio, mesmo que testado em animais. Não acho bonito ou tenho orgulho disso. Da mesma forma se um parente meu estivesse doente e precisasse de um remédio não o recriminaria por tomar o que o médico receitasse.

      Espero que essa realidade mude o mais breve possível e que os animais não sejam mais cobaias, até lá, cobro de produtores e laboratórios que cessem seus testes, divulgo listas de produtos “cruelty free”* para conhecidos, porque acredito que se a tendência é que até nas embalagens constem essas informações (sem ingredientes ou testes em animais) a conseqüência é levar essa norma para outros setores.

      * Essa expressão significa, ao pé da letra, livre de crueldade, e é geralmente usada em produtos que não são testados em animais. Lembrando que o próprio caráter da natureza exploratória que vivemos, torna praticamente impossível viver cotidianamente sem causar dano, gerar impacto zero.

  3. […] [+] F.A.Q. Vegan – Parte 1 e F. A. Q. Vegan – Parte 2 […]


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