19 julho, 2010
Férias
Duas semanas valem-me pelo silêncio. Pude fortalecer enquanto alguns aborrecimentos bateram em minha porta. Amadureci certas idéias, convivi em harmonia e conheci meu próprio ritmo. Dar tempo ao meu tempo, descobrir-me em outras formas, outra cronologia. Meu organismo funciona em plenitude no final da tarde e prefiro dormir nas manhãs, faz bem abraçar meus familiares e me sentir querida por amigas que provavelmente nem verei neste período de recesso.
Obrigada, a tod@s que me querem bem. Amo vocês.
29 junho, 2010
Hey Jude!
De alguma forma que não deveria, de um modo que prefiro esquecer. E é tanta reprovação que mirar o espelho tem sido mais difícil do que me era. Introvertida, envergonhada e quietinha. Nem pareço eu mesma. Choro por pedaços no meio da tarde me sentindo aflita, dor de cabeça, angústia, será o excesso dos chás? Quantas xícaras produzem o sumiço?
Ando tão suscetível, insegura, cansada, qualquer coisa me faz chorar. Do que é pouco pro resto, é o suficiente pra não desejar além das cobertas. Sinto-me minhoca do mundo, lesma, melhor ainda: Um caramujinho preguiçoso. Tola, é isso que sou, basta um sopro pra construir um mundo inteiro de idéias, o vento pentear meus cabelos, passear pela nuca em tons amarelos. E esta corrente de ar pára cessando meu riso, pedindo uma melodia triste, para ao menos essa, me acompanhar.
Mal sabia eu, que essa música que cantarolava aos quatro anos faria tanto sentido vinte anos depois.
21 junho, 2010
Inércia
Talvez isso me ajude a sair daqui, na verdade sempre ajuda.
Escrever, esse é meu muro das lamentações certo? Onde coloco minhas angustias mesmo que desconexas. Creia-me, há quem leia, há quem escute e pasme (!) entenda exatamente o que passo. Alguém está cantando por mim, conseguiu sem nem ver meu rosto colocar pra fora as palavras que não alcancei ainda, na verdade é o que tento agora.
Queria entender minha tendência á inércia. Se me deito, falta coragem pra levantar, seria capaz de dormir por 20 horas sem me cansar, sem me fugir o sono. Um psicólogo diz que talvez seja meu modo de desligar, aprendi assim com meu Vô: Acordar sem saber o que era real. Entristece-me que cicatrizes sejam cíclicas, estou bem e lá encontro a causa da dor novamente, é porque não me sinto amada, nem objeto de amor, só eu sei o quanto me dói dizer tudo isso sem soluçar em lágrimas.
O Yuri já aprendeu a identificar isso, começa com o choro, depois sinto um calor descomunal e com isso o suor nem sempre vem. É um calor de deixar minha cara vermelha, quem vê preocupa. Temo não sentir meu corpo novamente, por que é isso que acontece quando vai no máximo que deixei chegar.
E a inércia aparece, me prendendo. Ás vezes atraso porque falta coragem, é um pequeno “desistir”. Devo cancelar o cursinho, sair do emprego, acabar com tudo? Porque levantar da cama? Porque pegar o ônibus? Porque deixar minhas amigas esperando? Canso-me de minhas repetições, pra ser sincera, me envergonho delas.
Permito que todos chorem, se enervem, sorriam, sejam humanos como pede nossa cartilha contraditória de sentimentos. Mas quando o conflito é em mim, não sei o proceder. Raiva, choro pra aplacar. Tristeza, impotência. Nada mesmo.
E sobra o arrastar dos passos, os olhos inchados.
Será que só eu não sei o que é passar cinco dias sem chorar?
8 junho, 2010
Bem vinda ao mundo corporativo
É daqui que a saia lápis vira uniforme e a dor de cabeça pela noite mal dormida se instala, quando a mulher chora em sua baia é fraca, o patrão esmurrando a mesa jamais nomearão TPM. A bebida é escura: cafeína, tabaco, chá preto e chocolate –meio amargo – Apontam o dedo na cara de quem estoura o limite do quinto cartão de crédito. Entupimos-nos de fritura, refrigerante e fúria, não há tempo para mastigar, os filmes são vertiginosos, caso contrário, não parece ficção. Quanto tempo dentro do ônibus? Aprendemos a sorrir quando sobra uma vaga, assim é possível descansar os olhos (mesmo que a coluna não agradeça, ou a cabeça bata eventualmente no vidro).
28 abril, 2010
Be someone, Be someone
Ah, quem nunca quis pular?
De um alto prédio?
De um precipício?
De todo tédio?
Ah, quem nunca quis forjar?
A própria sorte
Pedir a morte
Não se fazer escutar?
Quem nunca fraquejou diante
De cada frasco, semáforo ou ponte?
Quem nunca sentiu o quanto a vida broxa qualquer sorriso?
O quanto o sentido não é preciso no peito que sobe e desce já que o ar precisa entrar?
Dói-me tanto quando dizem que não é desejo o que sinto, agarro cada esperança em devaneios construídos tão logo me ergo da queda. Meu gozo reside em trepar quando não há justificativa além do sentir.
Porque a morte chegará um dia, sei que sim. Nisso não antecedo nada, quero extrair o melhor que posso fazer deste mundo (tão formatado antes que eu pudesse existir).
Há alegria em um passarinho comendo pipoca no Terminal Bandeira, no sorriso da minha cadela, na saudade de quem foi, no beijo das minhas companheiras.
Os que me cercam não parecem tão aflitos e atormentados, quem sabe prefiram chorar na chuva, cortando cebola, culpando cílios ou o pó da lousa.
Tenho tanto amor que acham estranho.
31 março, 2010
Interrompi uma reunião de baratas
Comecei um cursinho popular para ano que vem tentar História na USP. Os professores são ótimos e meu relacionamento com colegas de classe nunca foi tão tranqüilo.
É comum os professores soltarem alguma piadinha machista e corrigirem-se em seguida, sou muito participativa em todas as aulas me posicionando ideologicamente quando necessário. Até onde conheci há ao menos um SxE, alguns tatuad@s, uma moça que tem uma pinta parecida com a minha (perto da boca), dois gays e a maioria não se espanta em eu ser atéia, vegana e bi.
Claro que há exceções.
Muit@s pensam que eu e minha irmã somos namoradas. Não é lindo?
O fato é que eu acordo cedo, vou pro trabalho, do trabalho pro cursinho e chego em casa perto das 00:00, falo com o Yuri, como alguma coisa, tomo banho e cama. Hoje de manhã quando consegui sentar no ônibus dormi (costumeiro) e acordei três pontos depois do esperado. Voltei, cheguei atrasada, cara de sono e brava por isto.
Hoje (mas precisamente ás 4:00) eu tive um sonho muito engraçado, só me lembro de abrir uma porta e interromper uma reunião de baratas. Acordei com minha mãe dizendo:
- Filha? Filha? Está tudo bem? É sonho, é sonho, está tudo bem? Filha?
- Ai! Ai! – Olhei para a quina da parede, as baratas não estavam ali, apertei os olhos, realmente, não havia baratas ali.
- O que estava sonhando?
- Baratas, uma reunião de baratas!
- Uahahhaha como assim filha? Joe e as baratas?
- Elas estavam todas conversando, aí eu sem querer interrompi e tive que sair de fininho, porque fiquei com medo delas subirem em mim.
- Você estava com as mãos pra frente falando: Ai! Ai! Como quem diz “Saí daqui”.
- E o que é estranho é que eu não tenho medo de barata (costumo colocá-las para fora dos ambientes com um papel).
- Foi muito engraçado!
- Foi assustador! Eram “baratões” do tamanho de Pinschers! Com roupas! Todas pararam de conversar, ficaram mudas e olharam pra mim. Vou me agarrar em você! *abraça* Ai que sono! São vários níveis de consciência né? Acho que vão caindo os níveis e esse deve ser o intermediário, as coisas parecem mesmo reais. Obrigada mãe, te amo. Ah, o professor de biologia falou de baratas hoje, baratas são iguais camarões..zzzzz.
Rápidas
O show do Gossip foi cancelado :(
O Dourado ganhou a merda do BBB, não gosto dele nem do Bial.
Minha gata Thundera foi embora e nunca mais voltou T_T
Mesmo com a vida corrida não desisti de ser vegana.Não tenho tempo pra ver Twitter e fóruns.
Tentarei ver os cães este feriado.
Estou em uma vibe Joven Pan dos anos 90, ouvindo Alexia, Hanson e Shakira.
O post Gorda E linda foi o mais visualizado em um único dia desde que criei o blog – 370 Visualizações
Os mais populares são os da CCB e graças a eles recebo mensagens de trolls raivosos diariamente.
18 março, 2010
Senso de humor
Muitos fazem uma idéia completamente diferente do que sou quando me conhecem, é bem verdade que costumo levar quase tudo a sério. Quase. Basta conviver um pouquinho para notar que meu senso de humor (sarcasmo, em sua maioria) não me abandona. Sabe gente auto-divertida (que ri das próprias piadas)? Então…
Tudo isso pra compartilhar com vocês, queridas leitoras, algumas bobagens que faço:
- Imaginação aleatória: Estou comendo uma “coxinha” (de palmito/soja) e cai um pedaço dela no livro do Machado, o que penso? : Massado de Assis e uma Carolina. Acabo rindo muito sozinha e todo mundo me olha com cara de idiota ¬¬’
Ontem no Cursinho (estudando com minha irmã) comecei a esboçar e logo fiz um desenho dela, eis:
Ela me desenhou em retribuição:
Depois dizem que feministas não tem senso de humor…
1 março, 2010
Nerds não são mais compreensivos.
Esta foi uma das minhas primeiras decepções com o “meio” nerd.
O que me atraiu na comunidade “Orgulho Nerd” (ON) foi a “zona de conforto” em encontrar pessoas que assim como eu, não eram populares na escola e buscavam conversas mais substanciais na rede.
Minha primeira participação na comunidade foi no tópico “Existe Nerd Gostosa?”, na época falei que mulheres nerds não eram diferentes de seres humanos em geral e a probabilidade de encontrar alguém que fosse ou não “gostosa’, era similar em qualquer outro lugar.
Em pouco tempo me tornei figura carimbada na comunidade: Alguns membros me chamavam de “Tia Deba”, alguns xavecos, alguns garotos pra sair… Até conhecer o Yuri.
Um dos rapazes com quem fiquei achou estranho que me intitulasse nerd sem ver um único episódio de Star Wars*. Respondi que não acreditava em nerd de boutique.
Quando entrei na ON já possuía uma “veia” feminista, embora visse certas coisas como “naturais”. Vasculhando os arquivos notei pérolas como “Ok, concordo com você, homens em geral são mais “visuais” por isso defendo que ver pornô é questão de gosto”. Com o passar do tempo, fui me aprofundando nos estudos feministas e mudando meus conceitos.
À medida que escrevia algo no meu antigo blog, postava na comunidade e aguardava comentários. O moderador da ON (criador da mesma) ausentou-se por muito tempo e com isto uma onda crescente de SPAMS e Trolls invadiram a comunidade.
Reclamavam mas não tomavam qualquer atitude.
Fui até o perfil saber o motivo deste “abandono”, ele não respondia, a solução foi deixar um scrap pra mãe dele. Muito atenciosa, respondeu educadamente que o filho tinha coisas mais importantes pra fazer, descobriu que falavam mal do filho pelas costas e com raiva constatou que a comunidade se tornou “um monstro maior que o criador e não queria saber mais disso”.
Fui ovacionada, alguns odiaram a idéia por princípios anárquicos e em pouco tempo elegeram moderadores para a comunidade. Eu era uma deles, a única mulher que “lutou” por isso. A Marisa** era a outra mulher da comunidade (muito mais “antiga” por lá do que eu) e ao que me lembro não se opôs a esta “revolução”.
O Yuri foi adorado por alguns e odiado por muitos que alegavam ter “mãos de ferro”, depois de um tempo ele cansou e pulou fora. Eu permaneci, conversava sempre com todos e logo ganhei fama de feminista da comunidade.
Mas do que isso: Faziam tópicos para enfrentamento direto como “Feminazismo”, “Essa a Tia Deba vai gostar” e outras provocações diretas como, por exemplo, em tópicos que depreciavam mulheres alguém escrever “está demorando pra Deborah falar que é culpa do patriarcado”.
Os nervos tornaram-se cada vez mais acirrados quando alguém teve a brilhante idéia de fazer um concurso de “Miss ON” e a esta altura do campeonato eu defendi que isto não fazia sentido na comunidade nerd, até porque, queriam eleger as garotas que mais se aproximavam dos parâmetros estéticos que fariam ganhar qualquer concurso: Brancas, olhos claros e etc.
Comprovando novamente para meu desgosto:
Os garotos nerds consomem o mesmo tipo de pornografia (alguns se orgulham ao se diferenciar por ver hentais), gostam do mesmo tipo físico de mulher com postura submissa valorizada por um homem comum, são reacionários, defendem as mulheres “de valor”, acham justo pagar uma prostituta para satisfazer qualquer desejo sexual porque “dá menos trabalho”, curtem carros e gabinetes “tunados”, criam tópicos como “Mulher é interesseira”, sonham casar com a Megan Fox e ridicularizam mulheres foras do padrão inconscientes da própria estética.
O que eu e outras mulheres notamos é que além de extremamente masculino (e talvez por isso), os nerds achincalhavam com qualquer mulher que tentava levantar a voz “lá dentro”, defendendo que não há nada de errado com um homem que estupra uma mulher se ela usava roupas curtas ou que a cena brutal da Monica Bellucci no filme “Irreversível” era excitante.
Antes de sair, avisei as pessoas “mais próximas” que conheci por lá (muitas, em especial as mulheres já haviam saído) que não contassem mais comigo para os debates -seria falta de educação deixar as pessoas me perguntando algo se eu não participaria da comunidade –
A minha ilusão foi crer que um oprimido seria incapaz de oprimir com valores tão similares a quem tanto combatem.
• * Escrevi sobre Star Wars aqui, aqui e aqui.
• ** Ela começou a namorar um moço na mesma época que eu e o Yuri e estão muito bem. A Marisa continua forte lá e não se rebaixa por ninguém :D
• *** Procurando nos arquivos, ainda tem gente que fala mal de mim, gente contra a Geise Arruda, mulheres declaradamente machistas…
• **** Um ex-moderador deu entrevista para a Revista Capricho para falar sobre a comunidade.
• ***** É claro que conheci muita gente bacana, essa foi a parte boa. 20 dos meus 169 “amigos” são de lá.
18 fevereiro, 2010
O chá roxo
Estava com saudade das crianças (Sparta, Ted, Thundera e Costela) e resolvi, portanto que era a hora de visitá-los na casa do meu pai. Entrei no serviço ás 12:00 o que fez o dia passar rapidamente com tantos afazeres, como era de se esperar a chuva caiu pesadamente ao sair do expediente (não fazendo desistir do roteiro planejado).
Sempre que a chuva cai o ponto fica abarrotado de gente e os ônibus passam nas poças dando banho em todo mundo, só consigo embarcar depois das 20:00 (um dia consegui pegar o meu só ás 21:00). Era certo que isto se repetiria então resolvi entrar em um barzinho perto daqui. Era uma cervejaria.
O cardápio era repleto de carnes e cervejas (não gosto) internacionais. Achei algo vegan: Uma porção de batatas rústicas (fritas no óleo de girassol com cebola e alecrim) por R$ 15,00 :D
A chuva engrossava lá fora e eu só pensava nos motoboys [Nossa, devem estar fudidos no trânsito... as pessoas que moram nas favelas e...] minha batata chegou, estavam ótimas, pedi o suco preço do Koo R$ 5,00 :O e fiquei com frio, perguntei se eles tinham chá.
Para minha surpresa, Ricardo (o garçom) trouxe uma caixa linda com importados com um cheiro maravilhoso que eu nunca tinha sentido antes. Escolhi o roxinho, em seguida um bule gracioso de água quente e uma caneca bonita. O saquinho de chá é mais pesado e vem muito mais erva do que os que eu costumo tomar, o sabor é acentuado e muito, muito cheiroso.
Continuei lendo o terceiro volume das Brumas e bateu aquele sentimento: “Que burguesa eu me tornei”. Lembrei do post do Thiago que fala que na periferia tem gente que curte Jazz e existe uma visão preconceituosa que na periferia só se ouve funk e Calipso, e ele tem razão. Passei no mercado e comprei a caixa de chá da mesma marca, vem com 25 saquinhos e custa R$ 20,00 (é mais barato do que tomar chá no barzinho).
Fui andando reconfortada pelo calor e sabor incomparáveis daquele chá tão bom. O ônibus estava “habitável”, ou seja, não sentei, não estava vazio, mas não precisei ir pendurada na porta. Fiz a baldeação depois para o próximo ônibus e felizmente consegui um lugar, sentada até a esquina de casa,
Garoava fino, o bairro é frio e úmido, os cachorros me fazem sentir a Lady Gaga, meus fiéis groupies. Entrei, troquei de roupa e saí para dar e receber um monte de carinho. Tentei ensinar o Ted a não pular nas minhas pernas, mas ele não entendia, no começo pensou que era pra ficar sentado só quando eu me encurvava, ao levantar meu tronco ele começava a pular novamente “Afunf Afunf Arf Arf”. A Sparta é muito mais submissa e quando eu falava “Não” para ele, saia de perto pensando que era com ela. É o tipo de cão que rapidamente entende as mensagens corporais/verbais. Não se compara a Nina (cadela da minha mãe) que entende português. É sério, tudo que se fala/pede atende O_O
O bacon (Thundera) me recepcionou com o corpo um pouco molhado da chuva e em seguida foi dormir com meu pai. Passeei brevemente com os cães no bairro (que me parece pouco iluminado). O que me preocupa é saírem cães “do nada” e eu ter de afastar briga. Na volta pisei sem querer na pata do Ted que usualmente anda em zigzag aleatório.
Tomei banho, falei com o Yuri, liguei a TV:
Su su su super pop
Assisti um pedaço do quadro “A Patroa é um Avião” do Superpop.
Luciana Gimenez lê a ficha:
- A esposa escreveu para o programa dizendo: “Me sinto um lixo, queria ouvir meu marido dizer…” Não vou falar, quero que você fale espontâneo rapaz!
- Tudo bem Luciana.
- Está barrigudinho hein? Mas vamos lá ver um trecho do ensaio sensual da sua esposa!
- [Toca Sweer Dreams] Enquanto a moça se produz toca “It’s sad but it’s true how society says Her life is already over ..” – 22 da Lily Allen
Moça entra no palco:
Luciana: – Nossa que linda essa moça!
Marido: Que linda você está!
Luciana: Ah, é isso que ela escreveu no e-mail! Porque você não se achava linda?
Esposa: Ah, essa aqui (produzida) não sou eu!
Luciana: É sim! Você que não se cuidava, você não acha que seu filho não vai ter orgulho de ter uma mãe bonita?
Cantor sertanejo no palco: Olha, tenho que dizer uma coisa…é bíblica gente…o amor supera tudo.
[Platéia aplaude]
Luciana: É isso aí, vocês têm que se amar, ir ao cinema, tem a obrigação de ser feliz! E então, acha que o marido vai gostar do ensaio baseado no Titanic?
Esposa: Acho…(risos) acho que vou apanhar :D
Luciana: Mas vaaai, vai apanhar mesmo e vai gostar ;)
Minha paciência foi pro espaço mudei de canal: Comecei a ver “Trovão Tropical” um filme de comédia que satiriza o movimento negro e outras coisas que julguei ofensivas demais para me manter acordada.
Pela manhã, me despedi do Bacon (que se jogava insistentemente no meu pé) e uns abraços nos cães. Adoro como a Sparta acorda com os olhinhos inchados e vem ainda lenta, bocejado me desejar bom dia. Cães espreguiçando sempre me fazem sorrir :)
O Ted? É frenético a qualquer hora do dia e é raro vê-lo dormindo, um cão adorável. Peguei um trânsito gigantesco hoje de manhã o que fez eu me atrasar muito (detesto chegar atrasada =/)
Estou feliz: Meu chefe é super gente fina**, meu emprego me fazer bem, as crianças me receberem com tanto amor e esse chá roxinho me reconforta e preparar para mais um dia de trabalho.
Rápidas:
- O filme “A Fita Branca” é bom, mas não estou com vontade de escrever sobre ele nesse momento. Tem aproximadamente duas horas e meia e é em preto e branco, se não curtir filmes neste estilo evite.
- Pretendo ver o filme Preciosa esta sexta, chorei no Trailer espero que seja bom e não me decepcione. O último trailer que mexeu comigo foi o “Onde Vivem os Monstros” e foi uma decepção.
- Estou viciada em Lady Gaga
- Provavelmente a Marjorie me acompanhe no show do Gossip
- Esta notícia me fez rir MUITO – E achei o processo merecido, mas é…engraçado.
** Quando falo que meu chefe é o melhor ever muita gente duvida. Mas é sério, e não, eu não preciso puxar saco de ninguém, sou competente o bastante.





